Beatriz Haga
Daniela Chiba
O trânsito em Bauru preocupa os moradores devido ao aumento de veículos, imprudência e falta de infraestrutura. No Nicéia, a situação não é diferente. Com a pavimentação de algumas ruas do bairro, o volume de carros cresceu e há pouca sinalização. O Voz do Nicéia traz algumas opiniões sobre o trânsito e o que eles acham que deve ser feito para melhorá-lo:
“O asfalto está bom, mas enche muito de carro. Tinha que parar carro só de um lado, porque não dá para o ônibus passar e nem carro consegue passar direito. E precisa de lombada. Pelo menos umas três nas ruas asfaltadas”
Rafael Evangelista da Silva, 30 anos, coordenador de rede
“O trânsito no bairro está terrível, principalmente nas ruas que asfaltaram. Elas viraram um acesso para as outras, então o fluxo piorou. E tem muita criança no bairro, vai acabar acontecendo um acidente. O que resolveria o problema seriam umas lombadas”.
Valter Marquez, 40 anos, funilaria e pintura
“O trânsito na cidade inteira está difícil. Quando você passa nas Nações é muito perigoso. Mesmo em cima da faixa o pessoal não respeita, e o direito é do pedestre. Aqui no bairro continua igual, mas eles têm que asfaltar o bairro inteiro e tirar os postes do meio da rua”.
Leandro da Silva Mariano, 28 anos, garçom
“Agora que asfaltaram, está meio corrido. O pessoal não está habituado com o asfalto, e com o trânsito aumentando cada vez mais, eles ficam meio perdidos. Mas vai melhorando com o tempo, é falta de costume”.
Rogério Almeida, 22 anos, auxiliar de estoque
“Aqui no bairro do Nicéia faltam umas lombadas para reduzir a velocidade nas ruas com asfalto. Não tem sinalização direito, só colocaram duas plaquinhas de “pare”. Mas também é a gente que tem que respeitar, né, cuidar mais”.
Reygan George de Moraes, 21 anos, trabalha no Makro
“Tem gente que não respeita. É uma responsabilidade grande porque tem muita criança na rua. Tem que colocar mais sinalização: um farol, uns quebra-molas..alguma coisa que evite acidentes. Deveriam dirigir com mais cuidado também”.
Ulisses de Souza, 63 anos, trabalha com lotes e jardinagem
