Aulas de Jiu-Jitsu no Jd. Nicéia agora são destinadas às crianças

Pelo segundo sábado consecutivo, as aulas foram dadas ao público infantil do bairro. No último dia 03, o número de crianças foi maior em relação ao primeiro treino, no dia 26 

Por Beatriz Oliveira e Gabriel Rezende  

Crianças aguardam o treino de jiu-jitsu começar (Imagem: Laís David/Voz do Nicéia)

Já é quase noite e um tom de azul e rosa claro dominam o céu do dia 03 de julho, um sábado de temperatura agradável. Com a ajuda do Fernando de Abreu e do Régis, moradores do Jardim Nicéia, as crianças pegam as peças do tatame e as levam para a quadra de esporte do bairro. 

A quadra é o ponto de encontro das aulas de jiu-jitsu que acontecem todos os sábados às 18h. Desde o dia 26 de junho, as aulas passaram a ser destinadas ao público infantil. Perto da hora do professor chegar, as luzes da quadra são acesas e Fernando prepara a garotada com o aquecimento. 

O relógio marca 18h19 quando as cerca de 25 crianças percebem a chegada do professor de jiu-jitsu Fábio Maranho. As conversas diminuem e dão espaço para a atenção. Ele pergunta: “Quem é novo por aqui?” “Quem se alimentou bem?” “Quem está tendo aula online?” “Estão fazendo as atividades certinhas?” A  resposta vem por meio de um “Euuuu” acompanhado por mãos levantadas. 

Antes do treino começar, o professor informa que nas próximas aulas a criançada terá que trazer preenchidas fichas de presença. Desta forma, Fábio busca incentivar a frequência dos alunos tanto no jiu-jitsu quanto na escola. 

O professor Fábio Maranho conversa com as crianças (Imagem: Laís David/Voz do Nicéia) 

O ponto alto da noite é a prática com o coleguinha: as torcidas se formam e os ‘combates’ começam. Em um clima animado, os times A e B se enfrentam para ver quem consegue somar mais pontos. Ao final do treino, as crianças ajudam a recolher as peças do tatame e a devolver ao seu destino. 

Alunos praticando o que aprenderam na aula de jiu-jitsu: como cair e não deixar a cabeça bater no chão (Imagem: Beatriz Oliveira/Voz do Nicéia)


Aos repórteres do Voz, o professor disse que espera conseguir doações de kimonos de jiu-jitsu com academias que conhece. Caso queira doar ou conheça alguém que queira, contate o professor Fábio Maranho através do número: (14) 99659-3128. 

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