Jardim Nicéia enfrenta acúmulo de lixo, doenças e falta de estrutura para descarte adequado em Bauru
Gustavo Oliveira, Mariana Bezerra e Sofia Azenha

Ao sair da Avenida Antenor de Almeida e entrar pela Rua 1, logo ao fundo encontra-se o campo de futebol Polegar Futebol Clube. A expectativa é encontrar um espaço limpo e seguro para que as crianças possam treinar, porém essa não é a realidade. Lixo e entulho são jogados no entorno do campo. Ao continuar na Rua 6 e virar na primeira direita, é possível ver a EMEII Francisco Guedes Bombini e do outro lado da rua mais lixo e entulho. Essa situação não é específica dessas duas ruas, mas do bairro Jardim Nicéia e da cidade de Bauru inteira.
A limpeza pública é um problema relevante na cidade. No Jardim Nicéia, o acúmulo de lixo, principalmente de entulho e descartes de grande porte, como móveis velhos, se tornou uma queixa recorrente no bairro, uma vez que causa prejuízos tanto estéticos, como à saúde dos moradores.
Segundo dados da SEMMA (Secretária do Meio Ambiente de Bauru), cada morador gera 1 kg de resíduos por dia, o que representa, em um único dia, são produzidas 379 toneladas de lixo na cidade, se levados em consideração dados do último CENSO, realizado em 2022 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O descarte incorreto desse grande volume de materiais é a principal causa do seu acúmulo em lugares indevidos, como as ruas e terrenos baldios.
Cada tipo de lixo
Existem dois grandes grupos de lixo: os compostos por materiais orgânicos e inorgânicos. Está incluído no primeiro grupo, lixo orgânico, todos os resíduos que têm origem animal ou vegetal e que sofrem um processo de decomposição natural, como restos de alimento, folhas, sementes, restos de carne, ossos, cascas de frutas e vegetais, entre outros. Ou seja, materiais que se decompõem mais rápido na natureza.
O lixo orgânico tem algumas funções. Com o tratamento correto, pode se transformar em adubo através de um processo de compostagem. O adubo é um ótimo fertilizante materiais que o índice de nutrientes na terra e que pode ser usado em hortas e jardins. Assim como pode ser aproveitado para a produção de combustíveis através da biogasificação e em usinas termoelétricas, que produzem energia que utilizam gases liberados por esses compostos orgânicos.
No Brasil esta não é uma ampla realidade, segundo dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a produção de energia a partir de resíduos sólidos urbanos (RSU) se resume a 220 MW de potência instalada, ou seja, 0,1% da matriz elétrica brasileira é proveniente do lixo.
Em Bauru, na Proposta da Concessão de tratamento e destinação do lixo em Bauru Resíduos Sólidos Urbanos (RSU) há a proposição de “Na Central de Tratamento de Resíduos também será implantada outra tecnologia de tratamento de resíduos, que contará com processos mecânicos, biológicos e/ou térmicos para promover a valorização do lixo, transformando parte dele por exemplo em adubo, energia elétrica, combustível derivado de resíduos ou biogás.”, como exposto no site da Prefeitura de Bauru.
Em contrapartida, o lixo de materiais inorgânicos, como vidros, metais, plásticos e borrachas são resíduos que foram produzidos pelo ser humano e como não possuem origem biológica, podem demorar até milhares de anos para se decompor na natureza. Por isso, é imprescindível a reciclagem desses materiais, com o objetivo de transformar em novos produtos e economizar recursos naturais. Existem várias usinas de reciclagem, nelas é captado materiais de plásticos, metais, vidros ou cerâmicas.
Com a separação correta dos materiais orgânicos e inorgânicos é possível diminuir a contaminação do solo, o acúmulo de lixo desnecessário em lixões e aterros, e assim diminuir a poluição e ajudar o Planeta. Para que o lixo seja recolhido e não se torne um problema na vida dos moradores, é preciso que ele seja embalado de forma devida em sacos plásticos e colocado na rua no horário e dias corretos.
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Segundo a EMDURB (Empresa Municipal de Desenvolvimento Urbano e Rural), todo mês são recolhidas, na cidade de Bauru, em média, 7.157 toneladas de lixo orgânico. No bairro do Nicéia, neste mesmo período, são coletados, em média, 62 mil (sessenta e dois mil quilos) de lixo orgânico. Através de um levantamento técnico foi constatado que 40% do lixo descartado em Bauru, que corresponde a quase 310 toneladas de lixo orgânico por dia, poderia ser reciclado.
Porém, a reciclagem não ocorre, pois, na maioria das casas não existe a separação de lixo. Materiais orgânicos e recicláveis são descartados juntos, o que dificulta a separação dos resíduos que vão parar no aterro sanitário. Segundo a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), lei responsável por legitimar o modo como o Brasil descarta e lida com materiais recicláveis, é defendido que para evitar a lotação dos aterros, apenas aquilo que não é possível reciclar que deve ser destinado a esses locais.
Em Bauru, o aterro não possui licenciamento, o que obriga o Poder Público a encaminhar o lixo produzido na cidade para o aterro localizado em Piratininga, sob administração da empresa terceirizada Estre Ambiental.
No Jardim Nicéia, a coleta de material orgânico é feita pela EMDURB. Ela acontece todas às terças, quintas e sábados a partir das 6h da manhã.
Já a coleta seletiva, realizada pela ASCAM (Associação de Catadores de materiais recicláveis de Bauru e região), acontece às quartas-feiras e o lixo deve ser colocado na calçada a partir das 6h da manhã devidamente embalados em sacos plásticos para serem recolhidos. A SEMMA afirma que esse serviço ocorre de forma regular.
Existem regras quanto ao descarte correto de cada tipo de material, que têm como objetivo preservar o meio ambiente e a saúde da população e que devem ser seguidas através de uma parceria entre o poder público e a população. Existem muitas informações necessárias sobre esse tema e que carecem de uma orientação assertiva para que possam ser atendidas pela população.
Terrenos Desocupados
O tópico do lixo na rua não é recente na cidade de Bauru, existem matérias do G1 de 2012 sobre lixo nas ruas de Bauru. No Jornal Voz do Nicéia possuem matérias que abordam o tema do descarte incorreto do lixo e o impacto no bairro, nas edições n° 8, publicada em Setembro de 2011; n° 13, publicada em setembro de 2012; n°16, publicada em Dezembro de 2012; n°23, publicada em setembro de 2014; n°24, de dezembro de 2014; n°30, publicada em maio de 2016 e n°43, publicada em outubro de 2022.
Os descartes irregulares são feitos de forma recorrente em terrenos privados desabitados, onde há um volume significativo de matagal, o que aumenta a situação de abandono e a gravidade do problema.

Em março de 2025, a moradora Júlia Gabriela Mendes (Rua 5) relatou que foi preciso o apelo da TV Record para fazer a denúncia da falta de limpeza no bairro chegar à Prefeitura, que só então realizou um serviço de limpeza em terrenos com grande acúmulo de lixo. Diante da situação, os moradores utilizam recursos próprios para remediar a infestação de animais peçonhentos e o crescimento excessivo de matagal em algumas partes do bairro. “As pessoas daqui que se juntam, pagam um valor para a pessoa ir lá e carpelar a praça porque a prefeitura não vem”, comentou Júlia.
A prefeitura, em parceria com a TV TEM, realizou o projeto Cidade Limpa, que promoveu a circulação de caminhões para recolher alguns tipos de materiais que não se enquadram na coleta seletiva. Porém a última edição da campanha ocorreu em abril de 2024.
Em conversa com o Vereador Márcio Teixeira, ele expôs que a separação de lixo é um problema crônico da cidade. A separação é uma atitude pessoal que impacta no coletivo. Apesar disso, a falta de incentivo público como as poucas lixeiras espalhadas na cidade impactam na concentração de lixo no chão. A ideia de separar o lixo por cor de saco plástico é uma opção a ser discutida na Câmara Municipal, assim como é defendida em uma resolução CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente) nº 275, de 25/04/2001, estabelece código de cores para diferentes tipos de resíduos na coleta seletiva.
A continuidade desse desafio enfrentado pelos moradores revela que ainda há uma defasagem na política de conscientização quanto a importância do descarte correto de lixo e quanto às consequências negativas de fazê-lo de forma irregular. A falta de uma perspectiva de melhora revela que há pouco envolvimento do poder público na tentativa de contornar esse quadro. Quando isso não acontece, a região pode sofrer diversas consequências, como contaminação do solo, proliferação de doenças e insetos e de animais peçonhentos.
O que a lei diz sobre a situação desses terrenos?

Segundo a SEMMA, os proprietários dos terrenos têm a obrigação de cercá-los e, em caso de descumprimento da norma, a prefeitura emite uma notificação de caráter orientador. Se essa não for atendida, é enviada uma segunda notificação, desta vez, penalizando o proprietário com a devida multa. Também existe uma penalidade para o descarte incorreto de lixo. No entanto, durante a apuração desta reportagem, foi encontrada, no bairro, apenas uma placa de advertência sobre a infração. Qualquer um pode denunciar essa infração no Posto da SEMMA, no Poupatempo ou por meio dos telefones (14) 3234-6849 / (14) 3239-2766.
O caso do jardim Nicéia não é isolado. A questão do acúmulo de lixo, não à toa, foi discutida por vereadores em conjunto com a ASCAM e outras associações e sindicatos municipais em uma audiência pública no final de maio deste ano. A iniciativa do vereador Márcio Teixeira (PL) visou discutir sobre o descarte irregular de lixo e buscar soluções para a problemática.
Na sessão, foram discutidos diversos tópicos, com foco na recorrência do descarte de lixo irregular, a ausência e baixa efetividade de ecopontos, a ampliação da fiscalização e a participação e conscientização da comunidade nesta pauta, além da defesa da mudança do atual Plano de Governo, que, de acordo com as propostas apresentadas, deveria investir em ideias inovadoras.
Impacto na Comunidade
Luiz Carlos, morador da Rua 2, expressa sua preocupação pelo aumento do acúmulo de lixo no bairro. Ele observa que, embora haja o conhecimento dos ecopontos e locais apropriados para descartá-lo, as pessoas ainda costumam jogar lixo em espaços inadequados pela distância e falta de orientação.
Em 2013 existiam 7 ecopontos, desde lá apenas 2 novos locais de coleta foram criados. Os ecopontos são locais responsáveis pelo recebimento de itens como sofás velhos, vidros e restos de materiais de construção. Não são aceitos, por exemplo, lixos hospitalares e baterias. Dentre os 9 ecopontos que existem em Bauru, nenhum fica localizado no Bairro Jardim Nicéia, o que dificulta a separação correta desses materiais.

Uma solução para recolher os entulhos e encaminhá-los para os ecopontos são as caçambas de lixo. Apesar disso, as dificuldades financeiras para alugar caçambas para descarte de entulho é uma realidade. “Aí o financeiro dá 300 conto pra uma caçamba. Eu mesmo que trabalho de encanador, tenho uma profissão, não consigo. Se eu tivesse, seria o primeiro a alugar, mas as condições não dá.”, comenta Luiz Carlos. Ele sugere que a prefeitura ajudasse colocando caçambas no bairro, o que facilitaria o descarte correto e evitaria que o lixo se acumulasse nas ruas.
Segundo o Instituto Água e Saneamento, Bauru possui coleta seletiva de resíduos sólidos, mas recupera apenas 0,03% do total de lixo coletados no município. No estado, a taxa de recuperação é de 2%, e no país é de 2,4%. Luiz Carlos declara que, apesar do caminhão de lixo passar de forma regular, ainda há moradores que não descartam corretamente o lixo, o que ocasiona acúmulo de resíduos em frente de sua casa, resultando em odores desagradáveis.
O abandono desses objetos impactam nos riscos de enchentes e doenças. Para Vivian Angelucci, engenheira ambiental, em entrevista para a Agência Trilhos, mesmo que haja ações positivas na cidade para conscientização da população, ainda é insuficiente e feita de forma superficial para que a população entenda a importância e a forma adequada de descartar o lixo.

Na edição 46º do jornal, de outubro de 2022, a temática do lixo esteve presente, o que indica que pouca ou nenhuma mudança aconteceu desde então. A gravidade da situação fez com o que uma moradora criasse uma horta no local.
Consequências do Acúmulo de Lixo na Saúde
Para Luiz, o acumulo de lixo afeta bastante sua vida. Ele menciona ter sido picado por um escorpião e precisou ir à UPA devido à dor intensa. Outros sintomas comuns, além da dor intensa como o Luiz sentiu, é o formigamento, vermelhidão e suor no local. Em casos mais graves, como em crianças e idosos, podem ocorrer náuseas, vômitos, agitação, salivação excessiva, tremores e aumento da pressão arterial. Após ser picado é necessário lavar o local com água e sabão, além de procurar o pronto socorro o mais rápido possível.
Os casos de escorpiões aumentaram em Bauru nesses últimos anos, segundo o Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde (Nies) do governo do estado de São Paulo, em 2024 foi registrado o maior número de acidentes com animais peçonhentos desde 2007, quando foi iniciada a série histórica. Até o mês de junho de 2025, a cidade registrou 197 casos, sendo 153 decorrentes de escorpião, 16 casos com aranha e 10 com lagarta.
Além de casos de escorpião, os casos de dengue crescem na região. Não é de se espantar que Bauru tenha se tornado o epicentro do 4º sorotipo de dengue em junho deste ano e que a cidade tenha registrado mais de 12 mil casos da doença apenas nos primeiros seis meses do ano, segundo o Painel de Monitoramento do Estado de São Paulo. Para comparação, em 2024 foram registrados 15.800 casos no ano todo. Em seis meses foi registrado o equivalente a 81% do total de 2024.

Os sintomas da dengue são febre alta, dores musculares, dor de cabeça, coceira, manchas vermelhas e mal-estar. Caso sinta estes sintomas, é indicado que a população procure, imediatamente, uma unidade de saúde para avaliação médica. Em casos mais graves, pode ocorrer sangramentos, queda de pressão arterial e comprometimento de órgãos vitais.
Para prevenir é importante eliminar o foco do mosquito Aedes aegypti, transmissor da doença. A principal maneira de prevenção é evitar deixar água parada em pneus, vasos de plantas, garrafas e calhas, assim como tampar a caixa d’água e tonéis. O uso de repelente e telas de proteção ajudam a evitar a contaminação.

Com o acúmulo de lixo, também se prolifera a leptospirose, doença infecciosa transmitida pela urina de roedores e outros animais infectados em contato com água ou solo contaminados.
Os sintomas são: febre, dor de cabeça, dores musculares (nas panturrilhas), calafrios, olhos vermelhos, náuseas e vômitos. Em casos mais graves pode ocorrer icterícia (pele amarelada), insuficiência renal, hemorragias, problemas respiratórios, meningite e uveíte (inflamação nos olhos). Em casos de sintomas é indicado ir ao médico o mais rápido possível.
Segundo a Agência Fiocruz de Notícias: “No Brasil, a leptospirose é uma doença endêmica, tornando-se epidêmica em períodos chuvosos, principalmente nas capitais e áreas metropolitanas, devido às enchentes associadas à aglomeração populacional de baixa renda, às condições inadequadas de saneamento e à alta infestação de roedores infectados”.
Desde 2021 os números de notificações aumentaram, em 2021 teve 16 casos, em 2022 aumentou para 28, em 2023 para 32 e 2024 ficou com 33 casos. Até o mês de julho foram notificados onze casos de leptospirose em Bauru, segundo relatório divulgado pelo SINANNET- Divisão de Zoonoses/CVE/CCD/SES-SP.
Além disso, o lixo acumulado pode agravar quadros de asma, rinite e outras doenças respiratórias, em crianças, idosos e pessoas com problemas pulmonares. A decomposição de resíduos orgânicos libera gases tóxicos e partículas que pioram a qualidade do ar. Também há risco de contaminação por doenças gastrointestinais, como a Salmonelose e a Hepatite A, que podem ser transmitidas por baratas e moscas ao entrarem em contato com alimentos e superfícies dentro das casas.
Todas essas enfermidades são intensificadas com o descarte incorreto do lixo e acúmulo dos mesmos em ruas e terrenos. Não há dados sobre a relação entre o acúmulo de lixo e casos de enfermidades em Bauru. Porém, segundo o artigo “Casos de dengue e coleta de lixo urbano: um estudo na Cidade do Recife, Brasil”, mostra que com os resultados da pesquisa, há uma forte relação positiva entre a coleta de lixo eficaz e a queda de casos de dengue.
Essas consequências são de impacto direto com a população. Porém, a longo prazo o acúmulo incorreto de resíduos pode ocasionar um impacto indireto na saúde da população devido a contaminação do solo e dos lençóis freáticos.
A contaminação do solo é prejudicial pois o torna infértil através de alterações químicas, físicas ou biológicas causadas por resíduos que aos poucos deterioram. Um exemplo de produtos que causam essas alterações são produtos químicos, como pesticidas, fertilizantes, solventes ou quando lixos são descartados de modo incorreto.
“As consequências dessa contaminação são muitas. Na saúde humana, por exemplo, é observada por meio da ingestão de alimentos cultivados em solos contaminados. Esse é um problema grave que pode ocasionar diversos problemas de saúde, como doenças do sistema nervoso e até mesmo câncer”, conforme publicação no site do ministério público do Mato Grosso.
A importância do descarte correto de lixo
Para contornar esses riscos à saúde e à qualidade de vida, o recomendado é que cada morador colabore, separando de modo correto os materiais recicláveis, como papel, plástico, vidro e metal, além de respeitar os dias e horários da coleta seletiva, realizada às quartas-feiras.
Resíduos volumosos, como restos de obra, móveis inutilizados e galhos de poda, não devem ser deixados nas vias públicas ou terrenos baldios, pois o caminhão de coleta regular, que atende o bairro três vezes por semana, não realiza esse tipo de recolhimento. A separação correta e o descarte responsável contribuem para o trabalho dos catadores e reduzem a quantidade de lixo destinada aos aterros.
De acordo com Cilene Chabuh Bordezan, secretária de Meio Ambiente do município, há planos para a criação de outros sete ecopontos e estudos voltados à implantação de uma unidade no Jardim Nicéia, diante da demanda local, porém ainda sem data definida para execução.
Manter o bairro limpo é fundamental. É importante cuidar dos quintais, manter as lixeiras bem fechadas, proteger os ralos e comunicar casos de descarte irregular. Essas são atitudes que contribuem para a segurança sanitária e a preservação do bairro, afastando escorpiões, cobras e ratos.
Você quer saber mais sobre quais são os tipos de lixo e o descarte correto deles? Acesse nossa cartilha e conheça sobre lixo eletrônico, orgânico e reciclável!
Confira os dias e horários de coleta no bairro:
Lixo comum: Terça-feira, Quinta-feira e Sábado – a partir das 6h
Lixo reciclável: Quarta-feira – a partir das 8h
Como agir em caso de picada de escorpião
É essencial procurar atendimento médico imediatamente. Crianças e idosos devem ser atendidos com ainda mais urgência, devido à maior vulnerabilidade aos efeitos do veneno. O atendimento para crianças de até 14 anos é realizado na UPA Bela Vista, enquanto pessoas a partir de 15 anos, incluindo adultos e idosos, devem se dirigir ao Pronto-Socorro Central.
UPA Bela Vista: R. Marçal de Arruda Campos, Quadra 4 – Centro, Bauru – SP, 17063-060
Telefone: (14) 3102-1234
Aberta 24h
Pronto-Socorro Central: R. Rubens Arruda, quadra 7 – Centro, Bauru – SP, 17015-110
Telefone: (14) 3104-1160
Aberto 24h
A Vigilância de Zoonoses e a Ouvidoria da Prefeitura também podem receber denúncias e dar informações sobre o que fazer nessas situações, você pode entrar em contato por meio dos seguintes contatos:
Unidade de Vigilância de Zoonoses: (14) 3103-8050 (segunda a sexta, das 8h às 17h)
Ouvidoria: (14) 3235-1156
E-mail: zoonose@bauru.sp.gov.br
