Esportes se mostram essenciais para o desenvolvimento pessoal

Saiba como a prática esportiva ajuda na socialização e no bem-estar dos moradores do bairro

Danielle Ribeiro, João Rodrigues, Júlia França e Letícia Rosa

Foto: Beatriz Oliveira/Vozes do Nicéia

Os esportes estão presentes na vida de todas as pessoas – ou pelo menos deveriam estar. A prática esportiva traz inúmeros benefícios, que vão além da saúde física e mental. Praticar esportes regularmente reduz o risco de doenças crônicas, melhora o bem-estar emocional e ainda estimula a convivência comunitária. Além disso, o esporte é uma importante ferramenta de inclusão social, acessibilidade e fortalecimento de vínculos em territórios periféricos.

Apesar de sua relevância, o acesso ao esporte em Bauru ainda enfrenta entraves profundos, sobretudo por conta da baixa destinação orçamentária ao setor. Em 2026, o investimento previsto na área será de R$ 20,5 milhões, o equivalente a apenas 0,8% do orçamento municipal – uma “fatia” pequena diante do total aproximado de R$ 2,5 bilhões. Em 2025, esse percentual foi de 0,7%, e em 2024, de apenas 0,69%.

Gráfico que indica a verba destinada à Semel em comparação com as outras Secretarias Municipais. Foto: Agência Trilhos

A queda se torna ainda mais evidente quando comparamos com anos anteriores: em 2022, os esportes receberam 1,6% do orçamento municipal. Em 2023, foram 1,4%. Ou seja, houve uma redução proporcional do investimento mesmo com aumento no orçamento total da cidade.

Além da verba limitada, grande parte do recurso está concentrada em áreas específicas. Em 2026, por exemplo, entre os mais de R$ 20 milhões previstos, apenas R$ 900 mil serão destinados ao desporto e paradesporto de rendimento; R$ 740 mil ao desporto comunitário; e apenas R$ 100 mil às ações voltadas ao lazer e qualidade de vida – números baixos frente às necessidades de uma cidade com aproximadamente 390 mil habitantes.

Esses dados revelam uma realidade preocupante: o esporte tem sido tratado como prioridade secundária na estrutura de gestão pública, o que agrava desigualdades e exclui, principalmente, as populações mais vulneráveis. A presença do esporte nos bairros periféricos, por exemplo, se torna dependente majoritariamente do esforço de associações esportivas e projetos sociais, que recebem repasses anuais extremamente baixos – muitas vezes abaixo de R$ 40 mil por entidade – ou até mesmo de iniciativas voluntárias dos próprios moradores.

Saúde

Nos últimos anos, a prática de atividades físicas têm se tornado uma estética nas redes sociais. É possível encontrar no feed diversos influenciadores que compartilham suas rotinas de treino inalcançáveis, porém admiradas. Mas além dos posts e likes, há uma realidade incontestável: movimentar o corpo significa cuidar da saúde, tanto física, quanto mental e social, mesmo que, fora das telas, as dificuldades para garantir esse bem-estar sejam muito mais complexas. 

É consenso entre os profissionais da área que, ter um corpo ativo gera uma vida mais longa e com mais qualidade. Segundo a doutora em educação física e responsável pelo projeto ‘Ensinando e Aprendendo Handebol’, Lilian Ferreira, a frequência recomendável para exercícios que propõem uma mudança metabólica e fisiológica é de três dias de prática por semana, prevenindo problemas na pressão arterial, doenças cardíacas e osteoarticulares (como artrite, artrose, osteoporose) entre muitas outras. Porém, dependendo do contexto, é necessário considerar também os benefícios mesmo quando essa frequência é menor. 

“A vivência de uma prática esportiva desencadeia outros processos também de mudança, como comportamental, psicológica e social. […] Não podemos desconsiderar todos os esses benefícios que são também proporcionados por uma prática corporal, em geral. Não vamos nessa linha da mudança metabólica, mas consideramos também todas as contribuições que advêm desse processo, mesmo que seja uma vez por mês”.

Além disso, a prática regular de exercícios contribui diretamente para a melhora da força muscular, resistência cardiorrespiratória, equilíbrio e flexibilidade, fatores essenciais para prevenir quedas, lesões e garantir mais autonomia, principalmente nas pessoas da terceira idade, que também devem ser incluídas na prática. “É preciso também considerar que a pessoa idosa, assim como uma pessoa adulta, também tem interesse em fazer atividades de interação, e pensar em jogos e até esportes adaptados”, destaca Lilian. Ela cita como exemplo o handebol adaptado, desenvolvido pelo professor Marcos Biazoli da cidade de Descalvado (SP), que permite que pessoas idosas joguem de maneira segura, mantendo o corpo e a mente ativos.

Os impactos do exercício físico também se estendem para a saúde mental. O Brasil é frequentemente citado como o país mais ansioso do mundo pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e de acordo com a psicóloga Renata Reis, não é por acaso que o país também ocupa o quinto lugar no ranking de países com maior índice de obesidade publicado pela revista científica Lancet

Para ela, abandonar o sedentarismo é um dos fatores mais importantes para o autocuidado – tanto físico, quanto psicológico.

“Dentro de um aspecto clínico, a obesidade e o sedentarismo trazem inúmeras disfuncionalidades para o corpo humano. E a saúde mental, não consegue se separar disso. Então, consequentemente, se estamos dentro de um processo de sedentarismo e obesidade, o nosso corpo produz mais inflamação, e não só o físico como o mental sofrem por conta dessa inflamação” diz a doutora, especialista em atendimento com pessoas que sofrem de obesidade. “Não existe a possibilidade de termos saúde física e emocional se de fato a gente não se movimenta”.

Renata explica que a prática de atividades físicas está ligada à liberação de neurotransmissores como a serotonina, que são responsáveis pela regulação do humor e causam a sensação de bem-estar após a realização de um exercício. Um estudo publicado no Journal of Affective Disorders já comparou inclusive os efeitos das práticas físicas com o uso de medicamentos antidepressivos, apesar de não funcionarem como uma substituição. 

“Hoje em dia, a atividade física é, em todos os consultórios de profissionais da saúde, um dos pontos principais para conseguirmos trazer essa melhora do quadro clínico em transtornos mentais como ansiedade e depressão. Justamente por ser, num propósito de ansiedade, uma válvula de escape”.

Tanto a educadora física, quanto a psicóloga defendem que o esporte serve também como um momento de socialização, pertencimento e desenvolvimento de habilidades emocionais. Isso se manifesta ainda mais na população de crianças e jovens. A Drª. Renata menciona que na primeira infância, a prática de atividades em grupo molda o comportamento e ensina a lidar com emoções e desafios. Já na adolescência, a prática de esportes está relacionada com menores taxas de sintomas depressivos e ansiosos. 

Para a profª Lilian, as trocas entre os grupos de atividades na infância e o aprendizado sobre resoluções de conflitos e diferenças se juntam aos benefícios para o corpo, fazendo com que a criança ou jovem aprenda enquanto promove uma vivência saudável. 

Outro ponto em comum sobre a fala das especialistas é que a vulnerabilidade social é um fator de dificuldade no acesso ao esporte e prática de exercícios físicos. As outras demandas básicas para a sobrevivência acabam superando a importância do cuidado com o próprio corpo e fazem com que a população de classes mais baixas sofram ainda mais com doenças físicas e psicológicas. Sendo assim, a criação de espaços e projetos públicos com o objetivo de promover o movimento corporal é importante para que o direito à saúde possa ser garantido a todos.

“Considerando todos os aspectos de uma pessoa que é trabalhadora, é preciso que tenha essa prestação de serviço e que faça parte das políticas públicas de esporte do município, do estado, e do país. É muito importante porque geralmente essas pessoas sofrem com um processo de exclusão”, complementa a professora Lilian.

Socialização

Além de trazer benefícios para a saúde física, combatendo a obesidade e o sedentarismo, os esportes também ajudam na saúde mental e socialização, diminuindo o vício das pessoas nas telas. 

“Foi ótimo porque antigamente eu ficava muito no celular e não pensava em sair e conhecer o mundo”. A fala é de Miguel Kelvin, 13 anos, que nos concedeu entrevista durante sua aula de handebol. Além do projeto de extensão da Unesp, o menino também participa das aulas de jiu jitsu do projeto Fé e é titular do Polegar FC, time de futebol do bairro do Jardim Nicéia. 

Segundo uma pesquisa feita pela plataforma Electronics Hub, no Brasil as pessoas passam mais da metade do dia nas telas. O estudo Digital 2023: Global Overview Report da DataReportal foi feito considerando 45 nações e concluiu que o Brasil é o segundo país com mais pessoas com uso exacerbado de smartphones e computadores. São cerca de 56,6% das horas acordadas em frente às telas. 

Junto ao vício nas telas, surgem problemas na saúde mental, constatou uma tese defendida no Programa de Pós Graduação em Medicina Molecular da Faculdade de Medicina da UFMG. Os resultados da pesquisa mostraram que 72% das crianças constataram aumento da depressão associado ao abuso da exposição a telas. A pesquisa também apontou a diminuição do quociente de inteligência (QI) pelo uso exagerado de telas entre as crianças. 

Iniciativas no bairro

Atualmente, estão presentes três iniciativas esportivas no bairro: o time de futebol ‘Polegar FC’, as aulas do ‘Ensinando e Aprendendo Handebol’ e os treinos de jiu jitsu do ‘Projeto Fé’

Criado pelo falecido Leandro, no inicio dos anos 2000, o Polegar Futebol Clube estava sem atividade há mais de 10 anos quando, em 2022, foi retomado por seu sobrinho Luciano Henrique. Junto com ele no projeto estão os moradores Isabelle Maira Soares e Alexandre Salgado Ribeiro. Os treinos acontecem aos domingos (9h) e às segundas-feiras (19h). Nos treinos, cerca de 60 crianças de 4 a 15 anos passam pelo aquecimento e alongamento, e em seguida são divididas em quatro grupos para a prática do futebol. 

Já o Ensinando e Aprendendo Handebol é um projeto de extensão do curso de educação física da Unesp de Bauru. As aulas costumavam ser na praça de esportes da Unesp, mas atualmente são realizadas na quadra do bairro, aos sábados de manhã. 

Segundo a professora que coordena o projeto, Lilian Aparecida, as aulas são pensadas de maneira diferente do convencional: eles abrem mão da divisão por faixa etária e gênero, e incluem crianças e adolescentes dos 8 aos 18 anos. A professora afirma que, desta forma, é possível trabalhar a ideia de diversidade e respeito ao outro. 

Atualmente, estão inscritas 45 crianças. Mas, devido à grande ausência, o número máximo de crianças em um treino foi de apenas 18. Lilian reforça que a falta de constância na presença dos jovens afeta o projeto, pois prejudica o planejamento e desenvolvimento das aulas, já que os professores não conseguem avaliar a evolução das crianças ao longo do tempo. 

A professora detalha sobre a construção do projeto e o objetivo de trabalhar com a ideia de pertencimento e valorização: “A gente sabe das dificuldades dos bairros periféricos, do pouco caso das políticas públicas. Então, na medida que você mobiliza o grupo no espaço, também mobiliza a ideia de eles saberem dos direitos que eles têm”.

Além disso, para ela, os benefícios do projeto vão além das melhorias biológicas e fisiológicas atreladas à prática de atividades físicas. 

“A gente entende muito essa perspectiva da importância da construção das sociabilidades. Como é que eles interagem, que eles constroem as noções de respeito, de valorização do outro, de solidariedade e cooperação. E não é uma retórica só no campo conceitual. A expectativa é que eles façam esse exercício, mesmo que a gente coloque essas ideias de confronto para eles pensarem numa outra possibilidade de interação e de aprenderem com esse processo. Então, eu acho que o esporte tem essa contribuição, e o projeto caminha nessa direção, com essa expectativa”.

Foto: Laís David de Souza/Vozes do Nicéia

Por fim, o Projeto Fé ensina jiu-jitsu para crianças desde 2021. Atualmente, as aulas estão sendo promovidas por Júlio César Castro, Reginaldo Evangelista da Silva e João Eduardo André Garbas. As aulas acontecem duas vezes por semana, às terças e quintas, às 19h, no salão da Capela São Francisco Xavier. Segundo Júlio, os treinos contam com 20 crianças e começam a partir da técnica de aquecimento e da luta que eles chamam de ‘rola’.

Entre os principais resultados do projeto, Júlio detalha que ouviu relatos de mães sobre melhoras no comportamento e disciplina dos filhos. Além disso, ele também falou sobre a mudança de perspectiva das pessoas em relação às crianças do bairro, que agora geram expectativas nas pessoas em razão do desempenho esportivo. 

O professor também relata como, através do projeto, as crianças e adolescentes têm a oportunidade de conhecer o mundo fora do muros do Jardim Nicéia: “Conhecendo outras pessoas de fora, ver que o mundo não é só ali dentro do bairro […] impacta bastante no bairro, porque as pessoas acabam vendo a mudança nas crianças, a evolução, tanto física como pessoal, e acaba também gerando uma expectativa maior nas pessoas, que é o que o esporte traz”.

Por que o futebol é tão popular em comparação aos outros esportes?

O futebol sempre foi um esporte mundialmente famoso e o Brasil é reconhecido por ser um dos países de referência, segundo uma pesquisa da Globo realizada em 2022, 70% dos brasileiros têm o futebol como esporte preferido. Mas afinal, por que ele se tornou tão popular?

Muitos fatores influenciam nessa construção da identidade nacional atrelada ao esporte, entre eles:

A simplicidade, a acessibilidade e a inclusão
O futebol possui regras simples que podem ser facilmente ensinadas a pessoas de diferentes idades, e quando se aprende desde criança o entendimento se torna mais natural. Também é um esporte acessível econômica e fisicamente, pois necessita de pouco investimento financeiro e pode ser aplicado a diversas mobilidades, incentivando a inclusão de diferentes corpos. O futebol de 5 é um exemplo disto, que é feito para deficientes visuais, bem como o futebol em cadeira de rodas, feito para pessoas com deficiência física. Assim, essas variações do esporte possibilitam a inclusão de múltiplos públicos.

A torcida e a paixão
O Brasil é conhecido principalmente pela sua paixão pelo futebol, cujo os torcedores são sempre muito animados e empolgados quando se trata do esporte, demonstrando como esse fenômeno cultural se propaga além das barreiras nacionais. Segundo um levantamento da Nielsen Sports realizado em 2018, o Brasil ocupa o 13º lugar no ranking de países interessados por futebol. Pode-se dizer que a nação já teve sua época de ouro, quando lendas dominavam o campo, como Didi, Vavá, Garrincha e Pelé.

Disseminação da mídia
A disseminação das mídias pode muitas vezes influenciar a popularização do esporte e inclusive as torcidas de futebol, reafirmando e incentivando ainda mais a influência dele no país. Desse modo, sabemos que o futebol sempre foi um esporte que teve mais visibilidade nas redes de comunicação, isso se dá principalmente pela atenção produzida pela mídia, porém também podemos observar o fluxo contrário, de forma que grande parte da população, entretida com o esporte, influencia na massificação da produção desse conteúdo e fez com que houvesse uma maior divulgação do futebol em comparação aos outros esportes, assim ganhando protagonismo na cultura brasileira.

O contexto histórico, cultural e nacional
Se observarmos bem, alguns dos tópicos acima podem ser contrapostos, como, no caso da acessibilidade e inclusão, o vôlei, por exemplo, também é um esporte que propõe a inclusão de diferentes grupos, como também é um esporte de regras simples. E a questão da paixão pelo esporte, o basquete ou qualquer outra modalidade, pode se tornar um esporte tão emocionante quanto o futebol, a depender do público que o assiste e do seu contexto socioespacial.

A professora Lilian Aparecida Ferreira é docente do departamento de Educação Física da Unesp de Bauru e coordena o projeto de extensão Ensinando e Aprendendo Handebol, que incentiva a prática dos jovens do bairro Jardim Nicéia. Ela comenta as dificuldades que outros esportes enfrentam com relação a barreira construída pelo futebol. “O handebol não é uma modalidade esportiva tão conhecida, se fosse talvez um projeto de futebol a gente teria um número [maior de participantes], por conta da influência cultural que a modalidade exerce no nosso país”.

Dessa forma, vemos mais um motivo do porquê o futebol sempre teve mais “tempo de tela” em comparação aos outros esportes. Isso se deve também à forte propaganda feita durante o período da ditadura militar, na qual o governo se utilizava do futebol como “estampa” nacional, na intenção de abafar as críticas e preservar uma imagem patriota do país.

Pesquisa publicada pela Folha em 2021. Foto: Divulgação

Adultos têm menos acesso aos esportes em comparação às crianças?

Quando uma criança cresce e se torna adulto algumas responsabilidades são acrescentadas e a prática de atividades físicas, em muitas vezes, é deixada para trás – seja por falta de tempo, energia ou motivação.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBGE, em 2015, 51,6% dos adultos, principalmente na faixa etária entre 25 a 39 anos, afirmam a ausência de práticas esportivas devido a falta de tempo. A rotina agitada e exaustiva de trabalho, além de outros afazeres, faz com que muitos ignorem ou subestimem a importância dos esportes no cotidiano. A pesquisa também mostrou que, entre pessoas de 15 a 17 anos, 44% pratica algum esporte, enquanto a população com 60 anos ou mais possui uma média de 13,4%.

Os adultos e idosos tendem a praticar caminhada ou pilates ao invés de optar por esportes mais tradicionais, como futebol, vôlei e basquete. Isso porque essas modalidades são mais calmas e priorizam o bem-estar por meio de ações relaxantes e de baixo impacto, diferente de práticas agitadas e competitivas como os esportes coletivos.

O Ministério da Saúde possui um Guia de Atividade Física para a População Brasileira, onde há diversas orientações de atividades físicas de acordo com cada faixa etária e condição física, além de ressaltar sua importância e introduzir diferentes conceitos voltados à saúde.

Capa do “Guia de atividade física para população brasileira”. Foto: Divulgação

Iniciativas gratuitas em Bauru

Como já vimos nesta reportagem, a prática esportiva regular é essencial para pessoas de todas as faixas etárias. A seguir, você pode conferir uma lista de diversos lugares, que vão além do bairro Jardim Nicéia, e que também incentivam a prática. Todos os locais tiveram o tempo de trajeto calculado do ponto de partida (bairro do Jardim Nicéia) e as relações de distâncias de percurso foram pensadas especialmente para os moradores. Para mais informações sobre cada espaço pesquise no Google ou entre no site da Prefeitura Municipal de Bauru.

Sesc

Entrada do Sesc Bauru Foto: Danielle Ribeiro

Av. Aureliano Cardia, 6-71 – Vila Cardia

O Sesc é uma ótima oportunidade para práticas esportivas e lazer, incluindo desde o público infantil ao público idoso. Todo final de mês é lançado um Guia de Programação para o mês seguinte com diversas atrações, que pode ser encontrado no site, nas redes sociais, no aplicativo ou presencialmente no Sesc Bauru em formato de livreto.

Horários de funcionamento:

Terça à sexta: 13h às 22h. Sábados, domingos e feriados: 10h às 19h.

Carro ou moto: 7 minutos.
Bicicleta: 13 minutos.
Ônibus: 37 minutos.
A pé: 58 minutos.

SESI

Quadra de esportes. Foto: Divulgação/SESI

R. Profa. Zenita Alcântara Nogueira, 1-67 – Vila Triagem

O Sesi Esporte conta com uma variedade de treinos gratuitos, sendo separados por idade e gênero, com diferentes opções de horário. Além de aprender com profissionais especializados, o Sesi também oferece os uniformes e os materiais utilizados gratuitamente, e os alunos inscritos têm direito a carteirinha para acesso ao clube.

Carro ou moto: 12 minutos.
Bicicleta: 18 minutos.
Ônibus: 36 minutos.
A pé: 1h 13 minutos.

Academias ao ar livre

Parque Vitória Régia

Área de academia ao ar livre. Foto: Danielle Ribeiro

Av. Nações Unidas, 25-25 – Jardim Brasil

A área de academia ao ar livre do Parque Vitória Régia é um ótimo lugar para se exercitar, respirar ar puro ou para fazer um passeio em família, apesar de se encontrar em frente a uma das principais avenidas de Bauru, o parque possui um amplo espaço verde e ambiente calmo.

Carro ou moto: 6 minutos.
Bicicleta: 11 minutos.
Ônibus: 35 minutos.
A pé: 41 minutos.

Praça Brasil

Academia ao ar livre da Praça Brasil. Foto: Danielle Ribeiro

R. Tv. Nereid Arruda dos Santos, 1-1 – Jardim Brasil

A Praça Brasil possui uma academia ao ar livre e é a escolha ideal para aqueles que querem se exercitar em um lugar tranquilo e com sombra fresca. O parque municipal está localizado próximo à garagem da empresa de ônibus Expresso de Prata.

Carro ou moto: 6 minutos.
Bicicleta: 11 minutos.
Ônibus: 22 minutos.
A pé: 46 minutos.

Praça da Copaíba

Academia ao ar livre da Praça da Copaíba. Foto: Divulgação/Social Bauru

Av. Getúlio Vargas, 19-46 – Vila Universitária

O parque municipal da Copaíba tem esse nome por conta da famosa árvore que lá habita, ela possui 15 metros de altura e uma copa de aproximadamente 30 metros de diâmetro. A árvore foi tombada como patrimônio histórico no dia 15 de outubro de 1993, depois de muita luta dos bauruenses pela sua preservação. O espaço fica em frente a umas das avenidas mais conhecidas de Bauru, além de possuir a academia ao ar livre, ocasionalmente acontecem eventos e feirinhas culturais no local.

Carro ou moto: 6 minutos.
Bicicleta: 12 minutos.
Ônibus: 33 minutos.
A pé: 31 minutos.

Parques e praças

Bosque do Parque União, Praça Antônio Padilha Filho

Bosque do Parque União. Foto: Divulgação/Prefeitura de Bauru
Bosque do Parque União. Foto: Divulgação/Tripadvisor

R. Engenheiro Saint Martin – Vila Aeroporto

Esse espaço da rua Engenheiro Saint Martin é uma mistura de bosque, pista de caminhada e academia ao ar livre, tornando-se um lugar bem variado para passeio. O bosque Eliseu Victor Fornetti, mais conhecido como Parque União, é um lugar para se exercitar ao ar livre, caminhar ou levar as crianças para brincar.

Carro ou moto: 5 minutos.
Bicicleta: 10 minutos.
Ônibus: 24  minutos.
A pé: 36 minutos.

Parque Vitória Régia

Área infantil do Parque Vitória Régia. Foto: Danielle Ribeiro
Área infantil do Parque Vitória Régia. Foto: Danielle Ribeiro

Av. Nações Unidas, 25-25 – Jardim Brasil

O Parque Vitória Régia também tem uma área infantil, composta por um playground em chão de areia. É um lugar seguro para as crianças, além de ser uma região de fácil acesso aos pontos de ônibus.

Carro ou moto: 6 minutos.
Bicicleta: 11 minutos.
Ônibus: 35 minutos.
A pé: 41 minutos.

Bosque da Comunidade

Fachada do Bosque da Comunidade. Foto: Danielle Ribeiro
Área infantil do Bosque da Comunidade. Foto: Danielle Ribeiro
Interior do Bosque da Comunidade. Foto: Danielle Ribeiro

R. Araújo Leite – Vila Universitária

O bosque da comunidade é um passeio repleto de encantos e rende muitas fotos, ele possui um grande playground, algumas trilhas e tudo isso cercado pela  vegetação fresca das árvores. 

Horário de funcionamento:

Segunda a sexta-feira: 6h às 17h30. Sábados e domingos: 7h às 17h30.
Carro ou moto: 7 minutos.
Bicicleta: 13 minutos.
Ônibus: 35 minutos.
A pé: 47 minutos.

Praça Portugal – Jardim Estoril

Placa da Praça Portugal. Foto: Danielle Ribeiro
Praça Portugal. Foto: Danielle Ribeiro

A Praça Portugal está localizada entre a avenida Comendador José da Silva Martha e a avenida Getúlio Vargas. Ela é simples, sem muitos equipamentos, mas em meio às ruas agitadas de Bauru, a praça circular traz um respiro para os seus visitantes aos finais de semana.

Carro ou moto: 10 minutos.
Bicicleta: 16 minutos.
Ônibus: 34  minutos.
A pé: 56 minutos.

Vôlei
Av. Jorge Zaiden – Jardim Marambá

Quadra de vôlei de areia. Foto: Divulgação/Carolina Capucho

A avenida Jorge Zaiden conta com um espaço aberto, quadra de areia e três redes de vôlei para uso gratuito e sem restrição de horário. O seu entorno é movimentado por comércios, pontos de alimentação e residenciais.

Carro ou moto: 4 minutos.
Bicicleta: 9 minutos.
Ônibus: 20 minutos.
A pé: 36 minutos.

Skate
Pista de Skate

Bauru Skate Park (BSP). Foto: Divulgação/ Social Bauru
Bauru Skate Park (BSP). Foto: Divulgação/ Social Bauru

R. Araújo Leite, 37-17 – Vila Nova Cidade Universitária

A pista de skate da rua Araújo Leite é muito conhecida pelos bauruenses, além dos treinos livres, ocasionalmente acontecem eventos públicos, principalmente oferecidos pela prefeitura de Bauru. O espaço chama atenção devido às suas cores e a variedade de obstáculos e equipamentos.

Carro ou moto: 6 minutos.
Bicicleta:11 minutos.
Ônibus: 27 minutos.
A pé: 39 minutos.

Centros Esportivos
Academia Artes Marciais Unidade Centro Social Urbano (CSU)

Interior da Academia CSU. Foto: Divulgação/ Instagram do CSU

R. Rui Barbosa, 17-51 – Bela Vista

Na academia do CSU crianças, jovens e adultos têm a oportunidade de aprender artes marciais e autodefesa. No caso do judô, existe uma parceria entre a Semel  (Secretaria Municipal de Esporte e Lazer) e o Bauru Judô Clube, que oferecem aulas gratuitas no Centro Social Urbano. A academia também possui aulas de kung fu, e para conferir detalhes sobre as inscrições de cada modalidade é necessário entrar em contato com os respectivos responsáveis.

Horários de funcionamento e contatos:

Judô – Público: 7 a 14 anos. Segundas e quartas: 8h às 11h.
Para mais informações: (14) 99711-5852 – Sérgio Caumo.

Kung fu – Público: a partir de 7 anos. Terças e quintas: 13h30 às 17h30.
Para mais informações: (14) 99745-0955 – Lucas.

Esgrima – Público: 8 a 14 anos. Terças e quintas: 9h às 11h e 14h às 16h.
Para mais informações: (14) 98143-4850 – Dourado Esgrima Club.

Carro ou moto: 14 minutos.
Bicicleta: 30 minutos.
Ônibus: 35 minutos.
A pé: 1h 41 minutos.

CEU – Centro de Artes e Esportes Unificados

Fachada do CEU. Foto: Google Maps

R. Maria José Silvério dos Santos – 02 – Conj. Hab. Pastor Arlindo Lopes Viana

O CEU de Bauru foi inaugurado em maio de 2015 e desde então abrange uma ampla gama de atividades culturais e sociais, serviços públicos, práticas esportivas e muito mais. O espaço conta com uma quadra poliesportiva coberta e uma área externa com espaço para bicicletário, pista de skate, playground, equipamentos para ginástica e mesas de jogos.

O horário de atendimento é de segunda à sexta e o funcionamento é 24 horas, para saber mais sobre treinos e oficinas específicas entre em contato com Portal do Servidor da Prefeitura de Bauru.

Carro ou moto: 8 minutos.
Bicicleta: 17 minutos.
Ônibus: 32 minutos.
A pé: 1h 3 minutos.

Associação Nova Era de Tênis de Mesa de Bauru

Entrada do Centro de Treinamento. Foto: Google Maps

R. Wenceslau Braz, 12-69 – Vila Industrial

O Centro de Treinamento de Tênis de Mesa de Bauru oferece aulas gratuitas em parceria com a Prefeitura Municipal de Bauru e a Semel. A escola atende o público a partir de 7 anos de idade.

Horários de funcionamento e contato:

Terças e quintas: 9h às 10h. Segundas e quartas: 14h às 15h30 e 19h às 20h.
Para mais informações: (14) 99176-4995 – Cláudio.
Carro ou moto: 14 minutos.
Bicicleta: 28 minutos.
Ônibus: 49 minutos.
A pé: 1h 45 minutos.

Quadras de vôlei e futebol de areia

Quadra de vôlei de areia. Foto: Google Maps
Quadra de futebol de areia. Foto: Google Maps

Av.Getúlio Vargas, 16-75 – Jardim América

As quadras da avenida Getúlio Vargas são uma ótima opção para aqueles que gostam de praticar esportes de areia, como o beach tennis, futebol e vôlei de areia. O Centro Esportivo Sylvio Carlos Simonetti (SYCA) também conta com um espaço para treinamentos funcionais, além de ser ponto de encontro para treinos e torneios públicos.

Carro ou moto: 5 minutos.
Bicicleta: 11 minutos.
Ônibus: 33 minutos.
A pé: 35 minutos.

Estádio Milagrão Centro de Atletismo “Cabo Alcides”

Pista de corrida do estádio. Foto: Divulgação/ABDA

Av. Waldemar Guimarães Ferreira, 9-5

O estádio pertence à Prefeitura Municipal de Bauru e nele você encontra pistas oficiais de atletismo e corrida. Além do uso livre, a Associação Bauruense de Desportes Aquáticos (ABDA) utiliza o espaço para alguns treinos da sua equipe de alto rendimento de atletismo. Para mais informações sobre a associação entre no site e confira os centros de treinamento.

Carro ou moto: 17 minutos.
Bicicleta: 36 minutos.
Ônibus: 42 minutos.
A pé: 2h 13 minutos.

Piscina Municipal Frederico Arena

Piscina olímpica e semi olímpica da Frederico Arena. Foto: Divulgação/ABDA

R. Itororó, Q-13, 12-92 – Vila Independência, Centro

A Associação Bauruense de Desportes Aquáticos também oferece aulas de iniciação em natação para crianças, localizada na unidade de Castelo. O espaço pertence a Prefeitura Municipal de Bauru e as manutenções são realizadas pela ABDA.

Horário de funcionamento:
Segunda à sexta: 8h às 17h30.
Para mais informações: (14) 3202-9259.
Carro ou moto: 15 minutos.
Bicicleta: 23 minutos.
Ônibus: 40 minutos.
A pé: 1h 32 minutos.

Praça Paradesportiva

Quadra Paradesportiva. Foto: Google Maps
Construção da Praça Paradesportiva em 2011. Foto: Divulgação/ Prefeitura de Bauru

R. São Paulo, 3-79 – Vila Seabra
A Praça Paradesportiva do bairro Vila Seabra foi inaugurada em setembro de 2011, a fim de incluir pessoas com deficiência. O espaço é pensado para a prática adaptada de esportes paralímpicos voltados para o público com deficiência visual, auditiva, física e intelectual.

Horários de funcionamento e contatos:
Basquete – Público: 7 a 14 anos. Segundas, quartas e sextas: 8h30 às 11h30.
Para mais informações: (14) 99787-1809 – Antônio.

Futsal – Público: 7 a 16 anos. Terças-feiras: 8h30 às 11h30.
Para mais informações: (14) 99753-6481 – Paulo.
Carro ou moto: 12 minutos.
Bicicleta: 19 minutos.
Ônibus: 36 minutos.
A pé: 1h 16 minutos.

Centro Esportivo Raduan Trabulsi Filho

Fachada do ginásio. Foto: Google Maps
Quadra interna do ginásio. Foto: Wikimapia

Av. Darcy César Improta, 313 – Vila Santa Luzia
A Prefeitura Municipal de Bauru realiza algumas manutenções frequentes no centro esportivo, a fim de melhorar a experiência dos alunos. O Projeto Social do Atlético Hóquei Bauru em parceria com a Semel organiza treinos gratuitos de hóquei em patins para crianças.

Horários de funcionamento e contatos:

Hóquei em patins – Público: a partir de 6 anos. Segunda à quarta: 18h às 19h30. Terças e quintas: 18h às 20h. Sábados: 9h às 10h30.
Para mais informações: Comparecer ao local.

Hóquei tradicional – Público: a partir de 6 anos. Segunda a quinta: 18h30 às 20h.
Para mais informações: Comparecer ao local.

Patinação – Público: sem restrição de idade. Sábado: 16h às 20h.
Para mais informações: (14) 99808 0027 – Thiago.
Carro ou moto: 8 minutos.
Bicicleta: 22 minutos.
Ônibus: 47 minutos.
A pé: 1h 38 minutos.

Ciclismo e caminhada

Pista de caminhada no Jardim Marambá. Foto: Google Maps

Av. Jorge Zaiden – Jardim Marambá
O Projeto Recreovia surgiu da parceria entre a Prefeitura de Bauru e a Empresa de Desenvolvimento Urbano e Rural de Bauru (Emdurb), com o intuito de promover a prática de atividades físicas ao ar livre em espaços públicos. É um ótimo lugar para passear de bicicleta ou fazer uma caminhada pela avenida fechada aos finais de semana, além de acontecerem alguns eventos e desfiles em datas comemorativas.

Horários de funcionamento:
Ciclismo – Todos os dias: Sem restrição de horário.
Caminhada – Domingos e feriados: 7 às 12h.

Carro ou moto: 4 minutos.
Bicicleta: 9 minutos.
Ônibus: 20 minutos.
A pé: 36 minutos.

Avenida Getúlio Vargas aberta ao público. Foto: Divulgação/Social Bauru

Av. Getúlio Vargas
Assim como a avenida Jorge Zaiden, a avenida Getúlio Vargas também está integrada ao Projeto Recreovia. Aos finais de semana a avenida é fechada para proveito dos pedestres, do quarteirão 9 ao 20.

Horário de funcionamento:
Ciclismo – Todos os dias: Sem restrição de horário.
Caminhada – Domingos e feriados: 7 às 12h.

Carro e moto: 6 minutos.
Bicicleta: 12 minutos.
A pé: 31 minutos.
Ônibus: 33 minutos.

Pista de caminhada da Avenida. Foto: Danielle Ribeiro

Av. Eng. Luís Edmundo Carrijo Coube
Essa avenida é muito conhecida por se encontrar próxima à Unesp e ao Hospital Estadual de Bauru. É o lugar ideal para aqueles que gostam de aproveitar uma caminhada ao ar livre em uma pista larga e segura.

Carro ou moto: 5 minutos.
Bicicleta: 10 minutos.
Ônibus ou a pé: 24 minutos.

Ginásios poliesportivos

Ginásio de Esportes Darcy César Improta

Quadra interna do ginásio. Foto: Google Maps

Av. Engenheiro Luiz Edmundo Carrijo Coube, 2-66 – Núcleo Presidente Geisel, Jardim Colonial

O ginásio de Esportes Darcy César Improta é ofertado pela Semel, localizado próximo à Unesp, entre a avenida Engenheiro Luiz Edmundo Carrijo Coube e a avenida Nações Unidas. Além de ser um espaço repleto de atividades esportivas que abrangem todas as faixas etárias, as aulas são desenvolvidas por profissionais de qualidade.

Horários de funcionamento e contatos:
Basquete – Público: 7 a 14 anos. Terças e quintas: 8h30 às 11h30.
Para mais informações: (14) 99787-1809 – Antônio.

Futsal – Público: 7 a 16 anos. Terças e quintas: 13h30 às 17h. Quartas: 8h30 às 11h30.
Para mais informações: (14) 99753-6481 – Paulo.

Dança e condicionamento físico – Público: preferencialmente terceira idade. Segundas: 8h às 12h.
Para mais informações: (14) 98806-4920 – Henrique.

Vôlei – Público: 12 a 16 anos. Segundas e sextas: 14h30 às 18h. Quartas: 17h às 21h.
Para mais informações: (14) 99719-1304 – Osvaldo.

Badminton – Público: a partir de 10 anos. Segundas: 18h às 20h. Quintas: 19h às 21h.
Para mais informações: (14) 99687 3414 – Emerson.

Handebol – Público: sem restrição de idade. Sábados: 9h às 11h.
Para mais informações: Instagram – @eahandebol.

Carro ou moto: 5 minutos.
Bicicleta: 11 minutos.
Ônibus: 26 minutos.
A pé: 33  minutos.

Ginásio Municipal de Esportes Guilherme D. Colleto

Fachada do ginásio. Foto: Google Maps
Interior do ginásio. Foto: Divulgação/Prefeitura de Bauru

R. Bernardino Pereira, Quadra 2 – Vila Industrial

O Ginásio de Esportes Guilherme Dal Colletto é dedicado à iniciação e treinamento de danças e ginásticas. Ele possui equipamentos exclusivos de ginástica artística e é  uma ótima forma de abordar as práticas esportivas além das tradicionais.

Horários de funcionamento e contatos:
Ginástica artística – Público: a partir de 6 anos. Segunda à quinta: 8h30 às 11h30, 14h às 17h e 17h30 às 20h30. Sextas: 18h30 às 19h30.
Para mais informações: (14) 99741-6381 – Adriano/(14) 99634-4885 – Maria Herculiani.

Dança e condicionamento físico – Público: preferencialmente terceira idade. Terças e quintas: 8h às 12h.
Para mais informações: (14) 98806-4920 – Henrique.

Carro ou moto: 18 minutos.
Bicicleta: 31 minutos.
Ônibus: 44 minutos.
A pé: 2 horas.

Ginásio de Esportes Izaat Muhamed Saadhe

Fachada do ginásio. Foto: Divulgação/JCNet

R. Doná Marieta França, 8-32 – 8-150 – Jardim Vânia Maria
Popularmente conhecido como “Azulão”, o Centro Esportivo Izaat Muhamed Saadhe é um espaço público oferecido pela Semel. Bem como outros ginásios poliesportivos, ele possui uma ampla quadra coberta e uma variedade de práticas esportivas para todas as faixas etárias.

Horários de funcionamento e contatos:
Dança e condicionamento físico – Público: preferencialmente terceira idade. Quartas e sextas: 8h às 12h.
Para mais informações: (14) 98806-4920 – Henrique.

Ginástica funcional – Público: mulheres acima de 18 anos. Sábados: 9h às 10h.
Para mais informações: (14) 99842-7222 – ONG Inspirando/contatoinspirando@hotmail.com.

Handebol – Público: sem restrição de idade. Terças, quartas e quintas: 19h às 21h.
Para mais informações: http://projetogoldemao.blogspot.com/?m=1.

Carro ou moto: 15 minutos.
Bicicleta: 31 minutos.
Ônibus: 53 minutos.
A pé: 1h 46 minutos.


Depois dessa longa e proveitosa jornada, confira o mapa abaixo, ele exemplifica a lista destes lugares em Bauru, facilitando a compreensão do trajeto e da distância desde o bairro Jardim Nicéia até o destino escolhido.

https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1C76GagWHmMH8D36fxA94HQrT0i_9YOc&usp=sharing

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